Nesta segunda-feira (23) , o delegado‑geral da Polícia Civil do Piauí, Luccy Keiko, concendeu entrevista coletiva sobre o caso da servidora que foi encontrada com sinais de violência na última quinta-feira(19)
Segundo keiko o servidor terceirizado admitiu o ato sexual contra a servidora de 64 anos, encontrada desacordada e sangrando dentro da Delegacia Geral, em Teresina. O delegado acrescentou que o suspeito ainda tentou culpar a vítima, alegando falsamente que o ato teria sido consensual.
O crime ocorreu na tarde do dia 19 de março, por volta das 13h40, quando servidores perceberam que algo estava errado e chamaram socorro.
A mulher foi encontrada desacordada, dentro da sala onde trabalha, com sangue e sinais compatíveis com violência sexual. Um servidor que passava pelo corredor viu a porta parcialmente aberta e notou que ela estava caída.
Imediatamente, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. A vítima foi atendida por uma equipe de UTI móvel e levada ao hospital, onde médicos confirmaram que ela relatou ter sido violada ao recobrar a consciência.
Os policiais estiveram na sala omde a servidora foi encontrada para entender a situação e o terceirizado suspeito afirmou que a vítima “entrou na sala e caiu de repente. Porém uma servidora que estava próximo nao confirma essa versão.
Em portaria publicada nesta segunda-feira (23), as delegadas Lucivânia Vidal, da Casa da Mulher Brasileira, Nathalia Figueiredo, titular do Núcleo de feminicídios do DHPP, e Bruna Verena, Diretora de Proteção à Mulher e aos Grupos Vulneráveis da Polícia Civil do Piauí foram designadas para presidir o inquérito.
A advogada Nathalia Freitas informou que, durante o período de internação, a servidora ficou entubada por aproximadamente tres dias. . A família busca transferi-la para um hospital particular e aguarda um posicionamento do plano de saúde estadual quanto à disponibilidade de vaga.
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