Os avanços refletem o fortalecimento do trabalho desenvolvido pela Central de Transplantes do Piauí, coordenada pela médica Maria de Lurdes Veras. De acordo com entrevista concedida à Cidade Verde, a coordenadora destacou que a doação de órgãos representa a transformação da dor em esperança e, em muitos casos, é a única possibilidade de vida para pacientes que aguardam na fila de transplante.
Ela ressaltou que, sem doador, não há transplante, e apontou que um dos principais desafios ainda é a abordagem às famílias em momentos de extrema fragilidade emocional. Segundo explicou, muitas das situações envolvem perdas repentinas, causadas por acidentes, episódios de violência ou hemorragias cerebrais, o que torna a decisão ainda mais delicada.
A coordenadora também enfatizou a importância da informação e da transparência no processo, para que as famílias compreendam todas as etapas e tenham segurança ao autorizar a doação, sabendo que o gesto pode salvar diversas vidas.
Após a autorização, os órgãos captados passam a integrar o Sistema Nacional de Transplantes, coordenado pelo Ministério da Saúde. O sistema prioriza, sempre que possível, pacientes da mesma região, o que facilita a logística e contribui para o sucesso dos procedimentos.
Ao longo de 25 anos de atuação, a Central de Transplantes acumulou avanços significativos, expandindo sua atuação para além da capital e fortalecendo a rede pública estadual. Atualmente, o estado realiza transplantes de rins e córneas, com procedimentos concentrados em hospitais públicos, como o Hospital Getúlio Vargas.
A meta, conforme informado na entrevista, é ampliar ainda mais a rede de atendimento, levando os serviços para municípios como Floriano e Picos.
Como reforçou a coordenadora, falar sobre doação de órgãos ainda em vida é fundamental. Segundo ela, é esse diálogo prévio que prepara as famílias para, no momento mais difícil, tomarem uma decisão capaz de salvar muitas outras pessoas.
O Piauí alcançou, em 2025, o maior número de doações de órgãos desde o início da série histórica, iniciada em 2001. Ao todo, foram contabilizadas 54 doações de múltiplos órgãos (em casos de morte encefálica), 74 rins, 2.805 córneas e 157 doações com o coração parado.
Os avanços refletem o fortalecimento do trabalho desenvolvido pela Central de Transplantes do Piauí, coordenada pela médica Maria de Lurdes Veras. De acordo com entrevista concedida à Cidade Verde, a coordenadora destacou que a doação de órgãos representa a transformação da dor em esperança e, em muitos casos, é a única possibilidade de vida para pacientes que aguardam na fila de transplante.
Ela ressaltou que, sem doador, não há transplante, e apontou que um dos principais desafios ainda é a abordagem às famílias em momentos de extrema fragilidade emocional. Segundo explicou, muitas das situações envolvem perdas repentinas, causadas por acidentes, episódios de violência ou hemorragias cerebrais, o que torna a decisão ainda mais delicada.
A coordenadora também enfatizou a importância da informação e da transparência no processo, para que as famílias compreendam todas as etapas e tenham segurança ao autorizar a doação, sabendo que o gesto pode salvar diversas vidas.
Após a autorização, os órgãos captados passam a integrar o Sistema Nacional de Transplantes, coordenado pelo Ministério da Saúde. O sistema prioriza, sempre que possível, pacientes da mesma região, o que facilita a logística e contribui para o sucesso dos procedimentos.
Ao longo de 25 anos de atuação, a Central de Transplantes acumulou avanços significativos, expandindo sua atuação para além da capital e fortalecendo a rede pública estadual. Atualmente, o estado realiza transplantes de rins e córneas, com procedimentos concentrados em hospitais públicos, como o Hospital Getúlio Vargas.
A meta, conforme informado na entrevista, é ampliar ainda mais a rede de atendimento, levando os serviços para municípios como Floriano e Picos.
Como reforçou a coordenadora, falar sobre doação de órgãos ainda em vida é fundamental. Segundo ela, é esse diálogo prévio que prepara as famílias para, no momento mais difícil, tomarem uma decisão capaz de salvar muitas outras pessoas.
Com informações de Cidade Verde








