A mpox voltou ao noticiário após novos registros no país. Em 2024, o Brasil contabilizou 2.022 casos; em 2025, foram 1.047 notificações; e, em 2026, o Painel Mpox do Ministério da Saúde aponta 46 casos confirmados até o momento.
A doença é causada pelo vírus MPXV e hoje é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais e contato próximo e prolongado com secreções respiratórias. Também pode ocorrer contágio por objetos contaminados, como roupas e toalhas.
Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo, ínguas e erupções cutâneas que evoluem para bolhas e crostas. A transmissão pode ocorrer desde o início dos sintomas até a cicatrização completa das lesões. O diagnóstico é feito por exame laboratorial e o tratamento é voltado para alívio dos sintomas.
A vacinação está disponível para grupos prioritários, como pessoas com HIV com imunossupressão, profissionais de laboratório que atuam com Orthopoxvírus e contatos de risco de casos confirmados.
Autoridades de saúde reforçam a importância do diagnóstico precoce, do isolamento de casos suspeitos e da busca por atendimento médico ao surgimento de sintomas.








