O governo federal autorizou, nesta segunda-feira (22), a nomeação de 249 servidores aprovados em concursos públicos para reforçar o quadro da Polícia Federal (PF) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). As medidas foram publicadas nas portarias nº 11.342 e nº 11.343 no Diário Oficial da União.
No caso da Polícia Federal, estão autorizadas 192 nomeações de candidatos aprovados no concurso. Destas, 92 vagas são para cargos de nível superior, em funções como administração, contabilidade, enfermagem, estatística, farmacêutica, medicina (clínica, ortopedia e psiquiatria), nutrição, psicologia, assistência social, comunicação social e educação. Também foram liberadas 100 vagas para o cargo de agente administrativo, que exige nível intermediário de escolaridade.
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), o ingresso desses servidores deve fortalecer a capacidade administrativa e técnica da PF, contribuindo para a melhora na gestão interna, no apoio às atividades de investigação, inteligência e no combate ao crime organizado, além de aperfeiçoar a prestação de serviços à população.
Nomeações para ciência e tecnologia
No MCTI, a autorização abrange 57 nomeações para os cargos de pesquisador e tecnologista, ambos de nível superior. As vagas serão distribuídas entre três unidades de pesquisa: o Instituto Nacional do Semiárido (INSA), o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e o Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP).
De acordo com o ministério, a chegada desses novos pesquisadores e tecnologistas vai reforçar as capacidades científicas e tecnológicas das unidades e ampliar a produção de conhecimento, a pesquisa aplicada e o desenvolvimento de soluções voltadas a desafios regionais e nacionais, especialmente nas áreas de biodiversidade, sustentabilidade, inovação e desenvolvimento.
As portarias também determinam que as nomeações só poderão ocorrer se houver vagas disponíveis no momento da convocação e se a despesa estiver adequada ao orçamento previsto, conforme normas legais de finanças públicas.
Fonte: Agência Brasil








