MP e Procon fiscalizam e encontram falta de água e cobrança irregular em São Lourenço

A fiscalização feita pelo Ministério Público do Piauí (MPPI) e pelo Procon estadual flagrou problemas sérios no abastecimento de água em São Lourenço do Piauí. Durante a vistoria, os órgãos constataram que moradores estavam sem água nas torneiras e, mesmo assim, continuavam recebendo contas com cobrança pelo serviço.

A ação ocorreu nesta quarta-feira (21) e passou por escolas públicas, unidades básicas de saúde e vários bairros da cidade. Em todos os locais visitados, foram registradas reclamações sobre a irregularidade no fornecimento, o que tem causado transtornos à população e afetado serviços essenciais.

Além da falta de água, os fiscais encontraram cobranças consideradas irregulares. Segundo relatos dos moradores, a empresa responsável pelo abastecimento continua emitindo faturas mesmo com uma decisão judicial que determina a suspensão das cobranças, já que o serviço não está sendo prestado de forma adequada.

Foto: Reprodução/Redes Sócias

A fiscalização contou com o acompanhamento da vereadora Amanda Barbosa, que também usou as redes sociais para denunciar a situação. Ela destacou que famílias inteiras estão sendo prejudicadas, pagando por um serviço que não chega às casas.

“Quero reforçar para população que esta pagando a conta de agua sem ter agua nas torneiras, que não é para pagar, surgiu uma historia que se não pagar não teria os caminhões pipas, essa historia não existe. Tem uma liminar, a liminar continua valendo, é uma liminar dada por um juiz na justiça suspendendo o pagamento das contas, o corte, a negativação dos nomes da pessoa. Então não é para pagar” afirmou a vereadora

“Se não existe a prestação do serviço, o consumidor não deve pagar”, comenta o chefe de fiscalização do Procon e do Ministério Publico, Arimateia Dantas

O Ministério Público e o Procon informaram que vão analisar todas as irregularidades encontradas e adotar as medidas necessárias para garantir os direitos dos consumidores. Entre as providências estão possíveis sanções à empresa responsável e ações para regularizar o fornecimento de água no município.

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